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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Qual o motivo de tudo isso?




Temos visto muitas pessoas que passam anos dentro das igrejas e a vida delas parece as ondas do mar, vai e volta. Quando começa a avançar um pouco, recua novamente para trás e não muda. Qual o motivo, a razão de tudo isso? Quem é o culpado de tantos problemas, de tantas humilhações que essas pessoas passam? Será que Deus não escuta as suas orações, ou elas andam em pecado? Tem, então, algum outro motivo oculto por detrás de tamanha decepção?
Vocês já repararam que existem determinadas denominações em que os seus membros vivem em constante oração? Alguns chegam ao ponto de terem calos nos joelhos, de tanto ficarem ajoelhadas, orando à Deus, pedindo respostas ou milagres. Todavia, essas mesmas pessoas, quase não têm testemunhos para contar! Quando têm, é uma coisinha: Um empreguinho que conseguiram, uma cura para uma dor ou um livramento que receberam, etc..
Mas pra quem foi destinado as grandes bênçãos? Quem são aquelas pessoas que conquistaram grandes testemunhos? Será que são as que ficaram só nas orações? É claro que não! São as que sacrificaram! Basta somente compararmos umas com as outras: As que sacrificam e aquelas que só ficam na oração. E ainda existem pessoas que fingem que sacrificam e ficam cobrando de Deus uma resposta. Fingem porque, tendo o animal perfeito, sacrificam o coxo, o ferido, aquele que não vai fazer falta ou doer. Mas, no fundo, a pessoa sabe quem é o verdadeiro culpado de a vida dela não mudar.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O grande Califa


Há muito tempo, em determinado país oriental, o Grande Califa, desejando eliminar seu Grão Visir, o acusou de traição e determinou que fosse submetido ao Juízo da Fortuna. Êste consistia em fazer o acusado retirar de uma vaso de ouro, um dos papeizinhos ali colocados, com o veredicto: CULPADO ou INOCENTE. Para evitar a contingência de aceitar que a sorte favorecesse ao Grão Visir, retirando a papelada com a palavra INOCENTE, o Califa colocou em ambas, a sentença de CULPADO. Apesar disso, o Grão Visir, que era bastante inteligente e esperto, percebendo a maldade do seu chefe, escolheu uma papelada e foi declarado INOCENTE. Como o conseguiu?

RESPOSTA: rasgou, antes de ser lida, a papelada que havia escolhido, de modo que os juízes foram obrigados a ler o conteúdo da que ficou no vaso. Como nela havia a palavra CULPADO, tiveram que inocentá-lo.


Quando tudo estiver aparentemente perdido. Sempre existe uma saída. Para Deus não existe causa perdida nem problema impossível.



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Juçara de Almeida - Carvalhos de Justiça © 2008. Design By: SkinCorner