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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A Ansiedade

A Ansiedade é um dos maiores inimigos do ser humano, principalmente, do cristão. Ela bloqueia a Fé, pois é uma preocupação diabólica, que vai contra a a certeza do que está por vir.
Se você está agradando à Deus, no momento certo Ele vai te abençoar.
 Deus dá sempre o melhor para os seus filhos, pois valemos mais que as aves do céu, que ele mesmo cuida e alimenta.
Tudo que não é feito pela fé é pecado.
A ansiedade é atitude derivada da pessoa de pequena fé, que não sabe esperar. Muitas vezes, a pessoa toma atitudes precipitadas em sua vida e tenta colocar a culpa dos seus fracassos em Deus.
Quando pedimos alguma coisa à Deus, não ficamos preocupados em receber imediatamente, existe o nosso tempo e o tempo de Deus. Tudo tem seu tempo determinado.
O diabo sabe quando estamos ansiosos e sugere os caminhos mais fáceis. Lembre-se que ele tentou o próprio Senhor Jesus. O caminho de Deus é o caminho do sacrifício, pois nada que vem fácil perdura. Se o caminho for só de facilidades, não é o caminho de Deus.
O Sacrifício nos aproxima de Deus e somos mais usados nessas circunstâncias, pois, oramos, jejuamos e lutamos mais nesses momentos.

Deus abençôe.







quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O que Jesus sentia (parte 04 e 05)

04 – Pilatos, depois de ter mostrado AQUELE HOMEM dilacerado à multidão feroz, O entrega para ser crucificado, colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da cruz; pesa uns cinqüenta quilos, a estaca já está plantada sobre o calvário; Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular cheias de pedregulhos. Os soldados O puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando Ele cai por terra; a viga Lhe escapa, escorrega e Lhe esfola o dorso.



05. Sobre o calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam O condenado, mas a Sua túnica está colada nas chagas e tirá-las é atroz.

Alguma vez vocês tiraram a atadura de uma grande chaga? Podem agora vos dar conta dos que se trata?

Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas; os carrascos dão um puxão violento. Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as Suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-No sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício!

Os carrascos pegam um prego, um longo prego pontudo e quadrado, apóiam sobre o pulso de Jesus. Com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o Seu Police, com um movimento Se posicionou opostamente na palma da mão. O nervo mediano foi lesado, pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado, uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se como uma língua de fogo, pelos ombros, Lhe atingindo o cérebro. Uma dor insuportável que um home possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes trocos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não, pelo menos se o nervo tivesse sido cortado.

Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi atingido só em parte: a lesão do tronco permanece em contato com o prego; quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

continua..

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O QUE JESUS SENTIA? (Parte 2 e 3)

BOLETIM MÉDICO DAS ÚLTIMAS HORAS DE CRISTO

2. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio Hebraico. O envio de JESUS a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de JESUS. Os soldados despojam JESUS e O prendem pelo pulso a uma coluna pelo pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fincadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.

Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura, golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náuseas, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

3. Depois o escárnio da coroação, com longos espinhos, mais duros que aqueles da Acácia. Os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-O sangrar (os cirurgiões sabe o quanto sagra o couro cabeludo).


 


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O QUE JESUS SENTIA?

BOLETIM MÉDICO DAS ÚLTIMAS HORAS DE CRISTO


Relato aqui a descrição das dores de JESUS feita por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet, dando a possibilidade de compreender realmente as dores de JESUS, durante a SUA paixão: “Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira, estudei e fundo anatomia, posso portanto, escrever sem presunção”.

1. JESUS entrou em agonia no Getsêmani – escreve o evangelista Lucas – orava mais intensivamente. “E Seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra”. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. “ O suor do sangue, ou hemaditrose”, é um fenômeno raríssimo. Produz-se em condições excepcionais: para provocá-lo é necessária uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.

O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecado dos homens, deve ter esmagado JESUS. Tal tensão extrema produz rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas; o sangue misturado ao suor se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Continua...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Qual o motivo de tudo isso?




Temos visto muitas pessoas que passam anos dentro das igrejas e a vida delas parece as ondas do mar, vai e volta. Quando começa a avançar um pouco, recua novamente para trás e não muda. Qual o motivo, a razão de tudo isso? Quem é o culpado de tantos problemas, de tantas humilhações que essas pessoas passam? Será que Deus não escuta as suas orações, ou elas andam em pecado? Tem, então, algum outro motivo oculto por detrás de tamanha decepção?
Vocês já repararam que existem determinadas denominações em que os seus membros vivem em constante oração? Alguns chegam ao ponto de terem calos nos joelhos, de tanto ficarem ajoelhadas, orando à Deus, pedindo respostas ou milagres. Todavia, essas mesmas pessoas, quase não têm testemunhos para contar! Quando têm, é uma coisinha: Um empreguinho que conseguiram, uma cura para uma dor ou um livramento que receberam, etc..
Mas pra quem foi destinado as grandes bênçãos? Quem são aquelas pessoas que conquistaram grandes testemunhos? Será que são as que ficaram só nas orações? É claro que não! São as que sacrificaram! Basta somente compararmos umas com as outras: As que sacrificam e aquelas que só ficam na oração. E ainda existem pessoas que fingem que sacrificam e ficam cobrando de Deus uma resposta. Fingem porque, tendo o animal perfeito, sacrificam o coxo, o ferido, aquele que não vai fazer falta ou doer. Mas, no fundo, a pessoa sabe quem é o verdadeiro culpado de a vida dela não mudar.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Maná do deserto


Durante os quarenta anos que o povo de Deus caminhou no deserto em busca da terra Prometida, Deus nunca deixou que faltasse nada àquele povo. Em Exôdo 16 podemos acompanhar um momento em que Deus enviou para o povo o Maná, que caía do céus todos os dias e tinha sabor de bolos de mel. Deus orientou, através de Moisés, que não se guardasse o maná de um dia para o outro porque não faltaria. Algumas pessoas, temendo que faltasse, guardaram o maná que, apodreceu, criou bichos e cheirou mal. Moisés muito se enfureceu com a desobediência daquelas pessoas.
Esse tipo de pessoa existe até hoje no meio da igreja. São aquelas pessoas que têm medo de se desapegar totalmente. Que sempre deixam alguma coisa guardada “só pra garantir”, porque elas não confiam totalmente que Deus irá suprir todas as suas necessidades. Elas têm medo de depositar no Altar de Deus toda a sua fé. Sempre se apóiam em algo que deixou reservado para o outro dia. E o resultado de tudo isso não poderia deixar de ser uma vida embolorada pelos fracassos. Uma vida de aparência, mas que cheira mal. É o maná estragado que existe dentro das igrejas de hoje. Ela não deixa totalmente a sua vida no altar do sacrifício.


fotos Dunas de Ubari, deserto do Sahara sitehttp://www.almadeviajante.com/fotos/libia/deserto-sahara.php?id=2 todos os direitos reservados.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Vai um picolé aí?


Sacrifício na época da Campanha de ISRAEL é válido. Tem pessoas que saem às ruas vendendo de tudo: Brigadeiro, salada de frutas, banana-real, pastel, água mineral, picolé, etc. Até aí tudo bem, vendem tudo! Voltam pra casa satisfeitos porque estão conseguindo gerar seu sacrifício. "É para Deus!" - Dizem. Ficam extasiados com a quantidade que vendem. Sobem no altar do sacrifício e voltam para suas vidas, se acomodam em suas casas e ficam esperando a bênção cair dos céus. O que cai do céu é chuva, e olhe lá...
Cadê toda aquela motivação anterior que os movia a vender pelas ruas, que não deixava espaço pra vergonha ou cansaço?
Se começa vendendo picolé pelas ruas, daí a pouco está abrindo uma sorveteria! Da sorveteria inaugura um restaurante ou uma rede de sorveterias. Deus quer atitude antes e depois.
E tudo começou daquele picolé...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O sacrifício

Sacrifíco se escreve em vermelho, com dor, com sangue. Não existe sacrifíco sem dor. Se fosse fácil então não seria sacrifício.
 

Juçara de Almeida - Carvalhos de Justiça © 2008. Design By: SkinCorner